
Pequenos seres fabricando sonhos, sonhando mentiras, mentindo o amor, amando muito e quase nada.
Quem é você, que fala de arte quando vende, que fala de vender quando faz arte, que canta territórios, que eleva pedestais, que derruba histórias, encantador de gatos.
Mas quem, quem sou eu, que vendo minha alma, que estagno para avançar loucamente expandindo sabe-se lá até que direção.
Eu que nadei sob a lua, e chorei mil águas, que já nem sei....
Quem é aquele, coerente, bravo e altivo. Se mantém, será, em seu caminho?
Mas que caminho, se onde o homem passou nem está mais, somente o outro, longe de si.
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