Há pouco entramos no ano de 2010, o número impressiona e o futuro parece ter chegado.
Sim, porque a realidade nos mostra que já não se podem adiar medidas que antes eram tratadas como hipóteses, e o momento pede uma revisão de conceitos.
Em 1987, a ONU criou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que elaborou o Relatório Brundtland por meio de um texto intitulado Nosso Futuro Comum, no qual aparece o termo 'desenvolvimento sustentável', definido então como "o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades" no marco da Agenda 21. Para atingir esse nível, é imperativo praticar a sustentabilidade tanto ambiental, como econômica e sócio-política.
Hoje, sustentabilidade trata-se de um conceito disseminado e popularizado, presente na boca de muitos, porém entendido por poucos. Nossa consciência geral dita que estamos à frente de um processo irreversível e definitivamente imprescindível para se viver bem e de preferência cada vez melhor de cara aos novos tempos.
É possível simplificar esse conceito com a idéia de reaproveitamento e como consequência, de perda zero, o que
vem a ser provavelmente uma das idéias mais importantes para o desenvolvimento humano tendo em conta a já percebida perda de recursos naturais no planeta.
Na agenda de qualquer instituição ou empresa que tem os olhos fixos no horizonte, essa prática tem sido aplicada cada vez mais e com mais frequência, haja vista a nova camiseta da seleção brasileira de futebol, confeccionada com oito garrafas Pet que foram retiradas do meio-ambiente, desenvolvendo assim o poliéster reciclável. Nada mal para o Brasil, nada mal para o mundo.
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