martes, 14 de julio de 2009

Ánima (7)



Quando a nuvem baixou sobre seus cabelos humedecendo-os com o mais puro dos ares, vaporizando sua aura... Ánima parou, e sentiu.

- SINTO que fui tão errada...
De repente me encontro, perdida no nada. Como aquela que sente que o mundo a engole, e tão pequena, vê-se criança desamparada.

- SINTO que fui deixada de lado, colocada dentro de uma gaveta, escondida no fundo do armario... trancafiada por eu mesma. E AI de mim, rebelar-me contra meu verdugo.

E logo, Ánima se cala.


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