.... E na escuridão de si, ela se levanta e alça os olhos em busca do sol. Grandeza dentro de um diminuto corpo que luta por desbravar as inconsciencias da mente. História traçada à fatalidade que espera por cada gota de gozo. As vezes foge, as vezes desbrava. Chora, mata, ataca. Acaricia e tende os braços abertos como quem devora e se deixa devorar.
Calaboço de memórias intransigentes, coloca-se em posição de desespero, de inexatidão, onde difícil acaba por tornar-se o encontro com a tão desejada maré baixa.
Cataclisma individual que tudo revolve, trás e leva embora a esperança, de um dia encontrar a paz.
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