viernes, 29 de agosto de 2008

All I want is a room somewhere,

Far away from the cold night air.

With one enormous chair,

wouldn't it be loverly?

miércoles, 27 de agosto de 2008

El arte del vivir se parece más al arte del combate que al arte de la danza

miércoles, 20 de agosto de 2008

cruz.

Tua palavra pausa meu mundo
invade o segundo
voa sem tempo
pousa na luz

Deixa um vestígio moribundo
bambaleia feito vagabundo
não permite o absurdo
de viver em paz

Vigente num presente profundo
calamitoso insulto
que em absoluto
se viu jamais

Aproxima insistente o vulto
ao pálido pano de fundo
do passado escuro
que morre na cruz

>essa Alma<


Borbulhando sua alma saiu voando e de repente viu-se só.
Foi o que aconteceu ao rumar por caminhos incertos, fora de sua razao, descontrolada.

Sua alma, farta de toda classe de artimanhas malogradas resolveu ir-se embora, deixá-la sem mais.

Seu corpo, vai murchando a pouquinho como se fosse castelo de areia a desmanchar-se de leve pela onda constante. Sem perceber, vai perdendo vida, vai perdendo chispa, vai perdendo ar.

Quando dá-se conta, é um ser pequenino, vazio, franzino. Abandonada de vez.

Tarde é, para repassar prejuízos, reconstruir caminhos. Buscar algo de luz.
Sente-se, talvez algo aliviada. Sabe que sua força nao basta, pra viver neste mundo mordaz.
(Y, tambaleándome como buey que va al matadero, ciegamente, me arrojé al vacío)
::Wilde::

sábado, 16 de agosto de 2008



Ele é aquele que quando chora abre as janelas da alma e grita ao mundo sua loucura e neurose.


Ele quer parar os dados. Ele quer que se destrua o tabuleiro. Jogar nunca foi divertido.
E aquele personajem que aos céus ascendeu deixou de bagagem todas essas cartas, as quais ele se recusa a aceitar. Nao quer apostar.
Ele quer que seja o sangue, que seja o timo, os nervos, as entranhas o que determine o brilho nos olhos alheios.

Ele quer gritar ao mundo sua loucura e neurose.

Mas os ‘outros’, os outros nao entendem.
Esbravejam, se chateiam. Eles divergem. Eles sim jogam.
E aquele, por vezes se acurrala e engole o choro, e para.
E tenta dançar essa dança. E negar seu tormento e esconder seu pranto.
Sorrir.
Mas ele é aquele que corre pelo mundo desvairado, coraçao aceso, olhos vidrados, emoçao ativa, semblante encandilado. E sempre acaba por cansar-se dessas artimanhas mundanas que orientam o homem a se perder.

Porque ele quer gritar ao mundo sua loucura e neurose.

Que o fechem, que o tranquem, amordacem, que o tachem de maluco, marginal. Pois ele é quem sabe. Do que é feita essa história, onde todos participamos. Uns ativos, outros passivos. Em definitiva, aqui todos estamos.

viernes, 15 de agosto de 2008

Like A Rolling Stone

how does it feel
to be n your own

John Coltrane - My Favorite Things - 1961

this are a few of my favorite things.....

all

all that i wanted was you
but you were more than that
you were places, you were spaces.
all that i wanted was you
but than you were less than that
you were toughts, you were doubts.
all i want is you
but than i am not like that
i am blue, i am dark, i am death.

jueves, 14 de agosto de 2008

martes, 12 de agosto de 2008

"and in the end the love you take is equal to the love you make"